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Entrevista com o professor Rogério Brant, diretor da Unidade Alto da XV

2009 July 14

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Abrimos a série de entrevistas semanais com os instrutores da Unidade Alto da XV com seus instrutores com as respostas de seu diretor, o professor Rogério Brant.

Quando e onde você conheceu Nossa Cultura?
Em 1995.

O que levou você a começar a praticar o Método DeRose?
Fiquei muito interessado na profissão de instrutor de Yôga

Qual foi o seu primeiro instrutor e que lembrança você tem do primeiro contato com o Método?
Foi o Mestre Sérgio Santos. E lembro-me como se fosse ontem: achei que ia ficar só relaxando e fiz uma aula que mexeu como todos os meus músculos (risos). Até aqueles que eu não sabia que existiam!

Quando decidiu se tornar instrutor do Método DeRose?
Assim que comecei a praticar, em 1995.

Quem é seu monitor?
O meu monitor é o Mestre Sérgio Santos. A escolha foi bem fácil, pois me identifiquei com o seu caráter e o seu profissionalismo. Esta identificação é fundamental, pois, a partir deste momento, ele passou a ser uma referência e ao mesmo tempo um conselheiro me impulsionando no meu desenvolvimento pessoal e profissional.

Quem é seu supervisor e qual a importância desse relacionamento?
O meu supervisor é o Mestre DeRose. Enquanto o monitor nos auxilia nas pequenas causas ou na rotina do dia-a-dia, o supervisor olha de um ângulo bem mais alto, nos ajudando a traçar o propósito das nossas vidas. O supervisor tem uma visão mais global de todo o contexto e, ainda por cima, muita experiência de vida, podendo assim nos auxiliar nos nossos propósitos de vida!

Que coisas considera importantes quando transmite a nossa filosofia?
Fazer com que cada um aprenda a desenvolver ainda mais o amor e a tolerância enquando está executando as técnicas. Claro que considero importante ensinar as técnicas (respiratórios e posições), entretanto mais fundamental é ensiná-los a melhorar o seu comportamento através destas técnicas. Para ele conseguir este resultado é necessário que ele aprenda a transcender a técnica executada. No final, a técnica é apenas um espelho para que o praticante olhe mais para dentro de si.

Do que mais gosta em nossa cultura?
Do ambiente que permite aos instrutores e alunos vivenciarem na prática tudo aquilo que aprende-se nos livros. Na nossa escola a teoria é IGUAL à prática. Não devem existir divergências.

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6 Responses leave one →
  1. Rogério permalink
    July 14, 2009

    que surpresa estas fotos (rsrsrsrsrs). Adorei!

  2. Anísio permalink
    July 14, 2009

    Mesmo com cara de brabo é cativante.

    Pena a experiência, histórias e vivências do Prof. Rogério não “caberem” aqui, mas pra isso temos a convivência diária na unidade.

    Grande abraço e sincero agradecimento pela oportunidade. :)

  3. Pablo permalink
    July 23, 2009

    Ebaaa Rogerio!! lindas fotos…! el John Travolta de nuestra cultura!
    Un abrazo enorme, me encantó el ciclo de entrevistas.

  4. July 24, 2009

    Ehehehehehe

    Adorei essa fotos do Rogério! Fartei-me de rir.

    Abraços para todos, vindos de Portugal com todo o carinho.
    SwáSthya!

    Carlos Leocádio

  5. Flavio Antonio Abdo permalink
    August 20, 2010

    Oi ROgério sou o Flavio , da unidade Mogi : Espaço Cultural SwáSthya Yôga , de Mogi das Cruzes-SP. Diretora Lucia,instruotres Alexandre e Mônica. Fizemos oseu curso e foi ótimo está de parabens .ficamos todos sinceramente felizes de sua presença aqui em nossa unidade .Obrigado e um grande abraço.

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  1. Entrevista com o instrutor Marco Carvalho | SwáSthya Yôga em Curitiba | (41) 3264 6495

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